27/06/2012

Aprendemos...


Bom dia amores e amoras...
Recebi essa linda mensagem por e-mail!
Lindo dia a todos...




Se um cachorro fosse o seu professor, você aprenderia coisas assim:

*Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seuencontro.

*Nunca perca uma oportunidade de ir passear.

*Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.

*Mostre aos outros que estão invadindo o seu território.

*Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar.

*Corra, pule e brinque todos os dias.

*Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem.

*Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.

*Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquidos edeite debaixo da sombra de uma árvore.

*Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.

*Não importa quantas vezes o outro te magoa, não se sintaculpado...volte e faça as pazes novamente.

*Aproveite o prazer de uma longa caminhada.

*Se alimente com gosto e entusiasmo.

*Coma só o suficiente.

*Seja leal.

*Nunca pretenda ser o que você não é.


E o MAIS importante de tudo....

*Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar.

*A amizade verdadeira não aceita imitações!!!


E NÓS PRECISAMOS APRENDER ISTO COM UM ANIMAL QUE, DIZEMSER IRRACIONAL !!!!

25/06/2012

As quatro estações da vida!

As quatro estações do ano reflete muito no nosso ciclo de vida. Eu gosto e aprecio cada estação do ano, aceito cada estágio, não me sinto triste se o sol aparece ou não, porque o cinza e a chuva também são lindos... Basta um olhar...
Saber aproveitar cada ciclo!
Bom friozinho à todos!




Imagem - As quatro estações Alfons Mucha


Martha Medeiros nos fala de todas, e, todos são BELAS em sua esscência primordial. 

"Primavera - Infância

É pura novidade e um calor que não sufoca nem faz pensar bobagens. Tem uma inocência quase cafona, uma singeleza clássica, e traz no íntimo a certeza de que pela frente vem coisa boa. A gente quer que passe logo, mas sabe que nunca mais será tão protegido, a mordomia não será eterna. É quando as coisas acontecem pela primeira vez, é quando num arbusto verde vemos surgir alguns vermelhos, é surpresa, a primeira de uma série.


Verão - Adolescência

Quente, petulante, libidinosa.
Parece que não vai haver tempo para fazer tudo o que se quer e o que se teme. É musical e fotogênica. Dúvidas, dúvidas, dúvidas em frente ao mar. Mergulha-se no profundo e no raso. Pouca roupa, pouca bagagem. Curiosidade. Vontade que dure para sempre, certeza de que passa.
Noção do corpo. Festas e religião. Amor e fé.

Outono - Maturidade

Um longo e instável outono, que alterna dias quentes e frios, que nos emociona e nos gripa. Há mais beleza e o ar é mais seco, porém é quando se colhem os melhores abraços. Ficar sozinho passa a não ser tão aterrorizante. Fugimos para a praia, fugimos para a serra, as idéias aprendem a se movimentar, a fazer a mala rápido, a trocar de rota se o desejo se impuser, e não é preciso consultar o pai e a mãe antes de errar. É o outono que tentamos conservar.


Inverno - Velhice

Tem sua beleza igualmente, exige lã, bolsa de água quente, termômetro e uma janela bem vedada. O que não queremos que entre? Maus presságios. O inverno é frio como despedida de um grande amor, mas sabemos que tudo voltará a ser ameno. Queremos que passe, temos medo que termine.
Ficar sozinho volta a ser aterrorizante.
O inverno é branco, é cinza, é prata. É grisalho.
E, de repente, também passa.


Eu queria que tudo fosse verdade, que a vida fosse assim dividida em quatro estágios que mais parecem estações do ano, mas que não acabasse, que depois do inverno viesse outra primavera, e outro verão, e outro outono, que nunca são iguais, mas sempre se repetem, sempre voltam, são tão certos quanto o sol e a lua, todo dia, toda noite. Eu queria."

21/06/2012

Solstício de Inverno


21 de Dezembro) H. Norte / (21 de Junho) H. Sul


Esse é o Solstício de Inverno, a noite mais longa do Ano. A partir desse dia, o Sol se aproxima da Terra, e a escuridão do inverno ameaça ir embora. É quando a Deusa dá à luz seu novo filho, o Deus renovado e forte, ainda bebê. É importante notar que no hemisfério norte o Yule é comemorado na mesma época do Natal, e que tem significado muito parecido com o feriado cristão: o nascimento do Deus menino, filho de um Deus maior, aquele que trará a esperança à Terra.


O hábito de trazer pinheiros para dentro de casa é um hábito totalmente pagão: o Pinheiro, o azevinho, e tantas outras árvores tão utilizadas no Natal são árvores cujas as folhas perenes e sempre verdes, e por isso simbolizam a continuação da vida. Os sinos são símbolos femininos de fertilidade, e anunciam os espíritos que possam estar presentes. É desta data antiga que se originou o Natal Cristão. 


As coroas que se colocam nas portas, e nas paredes representam a Roda Solar ou Sun Cross; maçãs, doces, azevinho, e fogueiras são outras caraterísticas de Yule.


Antigamente acendiam-se grandes fogueira nesta festividade, e dançava-se ao redor delas girando muitas vezes como uma forma de atrair as mudanças tanto internas como externas.
Podemos ver aqui a semelhança com a festa de São João e os motivos pelos quais a igreja a determinou, ainda que de uma forma bastante distorcida.


Posteriormente o tronco de Yule foi trazido para dentro das casas, e nele se talhavam sois, símbolos mágicos ou figuras masculinas, e era depois decorado com folhas.
Belém, a manjedoura, etc, não são nada mais que a recriação da “Caverna Sagrada” onde a Mãe dá a Luz à Criança-Sol; a caverna contêm em seu simbolismo a estabilidade da Terra e a sua energia, representando a quietude do inverno e a escuridão protetora que existe no interior do ventre da Grande Mãe.

Apesar de no Brasil termos o costume de dizer que trata-se do “primeiro dia de inverno”, a data por volta de 21 de junho simboliza o meio do inverno, ou seja, quando o inverno está no ápice. Tanto é que, originalmente, o nome é “middle-winter” (em inglês, meio do inverno).

Na noite do Solstício de Inverno, o Deus nasce para a sua mãe virginal. Vale lembrar que o significado original da palavra "virgem" é bem diferente da sua conotação moderna, ou seja, a mulher que nunca teve relações sexuais. Esse termo originou-se do Paganismo greco-romano, segundo o qual uma virgo intactus era uma mulher inteira e completa em si mesma. Ela não tinha necessidade de uma família para atingir a totalidade. Geralmente era uma sacerdotisa, livre para ter quantos amantes quisesse.



Celebrar o Solstício de Inverno é reafirmar a continuação dos ciclos da vida, pois Yule é o tempo de celebrar o espírito da Terra, pedindo coragem para enfrentar os obstáculos e dificuldades que atravessaremos até a chegada da Primavera. É momento de contar histórias, cantar e dançar com a família, celebrando a vida e a união. E de se acender fogo - fogueira, velas - como elemento mágico capaz de ajudar o Sol a retornar para a nossa vida, corações e mentes.

Para quem está em sintonia com a natureza e as forças divinas que existem dentro de nós, que esta seja uma linda noite de Yule e que o retorno da Luz ilumine as nossas vidas! 

Tabela básica das correspondências de Yule

• Incensos: Mirra e cedro.
• Cores: vermelho, verde, dourado, branco e prateado.
• Bebidas: vinho condimentado com especiarias, sidra com canela, chá de hibisco e gengibre.
• Ervas: Hera, Louro, Cedro, Alecrim, Pinho, Laranjeira, Nozes, Limões e canela em rama ao redor da árvore de Yule
• Comida: nozes e frutas como: maçãs, peras, tortas e bolos molhados com sidra, o famoso bolo-tronco de Yule.
• Tradições: Decorar a árvore de Yule, queimar o tronco de Yule, fazer coroas para proteger nossos lares.



Era um tempo ideal para colher o visco, considerado muito mágico para os Antigos Druidas, que o chamavam de o “Ramos Dourado”.


 Os druidas acreditavam que o visco possuía grandes poderes de cura e possibilitava ao homem mortal acessar o Outro Mundo. O visco é um dos símbolos fálicos do Deus e possui esse significado baseado na idéia de que as bagas brancas representam o Divino sêmen do Deus, em contraste às bagas vermelhas do azevinho, semelhantes ao sangue menstrual da Deusa.O visco representa a simbólica substância divina e o senso de imortalidade que todos precisam possuir nos tempos de Yule. 


A Tradição da Árvore de Natal tem origem nas celebrações Pagãs de Yule, nas quais as famílias traziam uma árvore verde para dentro de casa para que os espíritos da Natureza tivessem um lugar confortável para permanecer durante o Inverno frio. 


Sinos eram colocados nos galhos da árvore. Os espíritos da Natureza eram presenteados e as pessoas pediam aos elementais que as mantivessem tão vivas e fortes durante o Inverno como a árvore que recebia lindos enfeites.

O pinheiro sempre esteve associado com a Grande Deusa. As luzes e os ornamentos, como Sol, Lua e estrelas que faziam parte da decoração das árvores, representavam os espíritos que eram lembrados no final de cada ano. Presentes era colocados aos pés da árvore para as Divindades e isso resultou na moderna troca de presentes da atual festa natalina.

As cores tradicionais do Natal, verde e vermelho, também são de origem Pagã, já que esse é um Sabbat que celebra o fogo (vermelho) e usa uma Tora de Yule (verde).

Um pedaço de tronco que havia sido preservado durante todo o decorrer do ano era queimado, enquanto um outro novo era enfeitado e guardado para proteger toda casa durante o ano que viria. Os troncos geralmente eram decorados com símbolos que representassem o que as pessoas queiram atrair para sua vida.

A tradição da Tora de Yule perseverou até os dias atuais entre os Wiccanos, que fazem três buracos ao longe de um pequeno tronco e colocam três velas em cada buraco, uma branca, uma vermelha e uma preta para simbolizar a Deusa Tríplice.






Em tempos antigos pequenas bonecas de milho eram carregadas de casa em casa com canções típicas de Yule. Os primeiros Pagãos acreditavam que esse ato traria as bênçãos da Deusa às casas que fossem vistiadas pelas Corn Dollies. 

20/06/2012

De volta...

Feliz Inverno! Feliz renascimento!

Amoras e amores... Desculpem-me o período de ausência (postagem) nesse Blog, esse espaço que nos torna mais próximos...
Um ciclo se passou até que eu pudesse estar aqui de volta para tecer, escrever, compartilhar...
Não foi por um acaso, nesse tempo do Outono até o Inverno, tirei um tempo pra mim, passei por várias transformações que ainda estão reverberando... Enfim, espero que estejamos mais próximos a partir de agora pois se você está aqui é por que temos muitas afinidades não é mesmo?

Então sente-se confortavelmente, venha tomar um chá comigo e aproveite...


HOJE É 20 DE JUNHO!

Dia de Celebrar o Divino, como todos os dias... Torne seu dia mágico, faça algo diferente... Sinta que a natureza está mudando... o Inverno está chegando! Hoooo...


Deusa da Lua Nova para os antigos celtas.
Cerridween é representada pelo caldeirão.
Hoje faça o arroz da felicidade em seu caldeirão, pedindo a deusa que lhe traga muito amor e paz.

Seu símbolo é uma porca branca.
É uma deusa de Gales.
Ela domina a morte, a fertilidade, a inspiração, a magia, a ciência, a regeneração, as ervas, a poesia e os encantamentos.
Existem outras denominações como Caridwen, Deusa da Lua, Grande mãe, Deusa dos Grãos, Deusa da Natureza.
Particularmente é a deidade que consideraria completa.
Até por anteceder o dia 21 de junho, onde acontece aqui no hemisfério sul, o sabbat de Yule (Solstício de Inverno); e ocorre o sabbat de Litha (solstício de verão) no hemisfério norte.
A deusa celta Cerridwen, era a detentora do caldeirão sagrado dos mistérios da vida, da morte e do renascimento.
Ela regia também a vegetação, o mundo subterrâneo e as dádivas da terra.
Seu consorte é o deus da vegetação Cernunnos.
Cerridwen era considerada a mãe de todos os bardos, que se autodenominavam Cerddorion ou filhos de Cerridwen.
Dizia-se que beber de seu caldeirão mágico conferia inspiração e talento para músicos e poetas. Desta forma também é chamada de Mãe dos grãos e da Inspiração

Ceridwen é um grande deusa da terra associada ao eterno ciclo de vida, morte e renascimento.
Está relacionada também com os seguintes animais: lontra, falcão ou galinha preta.
Ela foi mãe do grande bardo celtaTaliesin .
Sua ervas e poções dão início à transformação, assim como minúsculos grãos tornam-se enormes campos de trigo, que, depois, transformam-se no pão do sustento.

Hoje, faça um arroz especial em seu caldeirão, pedindo à deusa que lhe traga muito amor e paz.
Use arroz, leite, canela, cravo e açúcar.

Outra magia que pode fazer é para saber quanto tempo levará até realizar um desejo.
Coloque no caldeirão doze grãos de feijão branco e um preto.
De olhos fechados, pergunte quantas luas levarão até seu desejo ser realizado.
Quantos grãos brancos pegar antes do preto é o número de luas que terá que esperar.

RITUAL À CERIDWEN

Cerridwen está relacionada ao renascimento e a ligação com os outros mundos.
Seus rituais são realizados na Lua Minguante, que é seu símbolo.
Sua cor é o negro e por isso recebe o título de NIGREDO, Senhora da Noite.

Para realizar seu ritual e dar boas vindas à lua minguante você vai precisar de :

1 Vela Branca
1 Vela Vermelha
1 Vela Preta
O Caldeirão com Água
A Taça com Água
O Athame
Folhas de Louro ou Eucalipto

Disponha as 3 velas em forma de triângulo sobre o altar de forma que a preta fique a esquerda, a branca a direita e a vermelha no topo do triângulo.
Coloque o caldeirão no meio do triângulo formado pelas velas, coloque a taça abaixo do triângulo de velas então chame por Ceridwen :

Oh antiga Deusa que reside no Norte
Aquela que conhece o passado de todas as coisas,
Ouça o meu chamado e que minha invocação seja agradável aos seus olhos,
Oh Nigudo, senhora da sabedoria e compreensão.
Ceridwen Mãe Celeste,
que a Lua Minguante seja bem vinda
e que seus poderes de exterminar com todas as coisas negativas
se espalhe sobre o mundo,
transmutando os Karmas,
solucionando os problemas,
curando as doenças,
afastando as intrigas, a inveja, os obstáculos e
problemas que nos impedem de chegar a plena felicidade.

Oh Deusa da Inspiração e Criação,
venha em nosso auxílio!

Espalhe as folhas de louro ou eucalipto sobre o altar coloque o athame em cima das mesmas dizendo:

Mãe do caldeirão sagrado
que sua face minguante seja bem vinda a este mundo
para que tenhamos paz, saúde e bons presságios.
Que assim seja e que assim se faça para o bem de todos.

copiado do site:http://groups.msn.com/Osseteelementos/_whatsnew.msnw


"Eu lhe dou a vida, eu lhe dou a morte,
é tudo uma coisa só,
você anda pelo caminho em espiral
a caminho do eterno,que é a existencia
sempre se transformando,sempre crescendo, sempre mudando.
Nada morre que não nasça outra vez,
nada existe sem ter morrido.
Quando vir até a mim eu lhe darei as boas-vindas,
então o acolherei no meu útero,
meu caldeirão de transformação,
aonde você será misturado e peineirado,
fundido e triturado,
reconstituído e depois reciclado.
Você sempre volta para mim,
você sempre vai embora renovado,
morte e renascimento não são nada mais
que pontos de transição ao longo do caminho eterno."

*fonte: O oráculo da deusa.

21/03/2012

Outono vem... folhas se vão...

É tempo de deixar as folhas caírem... praticar o Des-apego (contrário de apego) soltar, deixar ir...
Tudo tem seu tempo, a natureza é sábia. Aproveite os frutos maduros que você está colhendo... mas liberte-se de tudo o que te prende!
Outono é tempo de equilíbrio, luz e sombra, dia e noite. Mas já é a preparação para uma mudança...


Acredite! Confie... entregue-se!


Conselho do tarô da Deusa Tríplice para essa estação:


1- O Hino da Criação (O Mago)


"Você tem de tornar-se a mudança que deseja ver no mundo" Gandhi


Nada pode permanecer parado nesse estágio da iniciação! Se as coisas estão meio paradas, estagnadas em sua vida, você precisa criar, andar, se mover em busca de uma mudança... "Você deve acordar todos os dias com a expectativa de realização criativa.".


Então, bola pra frente e confiança no melhor...
O que tiver que ser será! E que o melhor aconteça...


Bjx de orvalho...



14/03/2012

As Árvores filhas


“Toda árvore possui por baixo da terra uma versão primeva de si mesma. Por baixo da terra, a árvore venerável abriga “uma árvore oculta”, feita de raízes vitais constantemente nutridas por águas invisíveis. A partir dessas radículas, a alma oculta da árvore empurra a energia para cima, para que sua natureza mais verdadeira, audaz e sábia viceja a céu aberto.
O mesmo acontece com a vida de uma mulher. Como a árvores, não importa em que condições ela esteja acima da terra, exuberante ou sujeira a enorme esforço... por baixo da terra existe “uma mulher oculta” que cuida do estopim dourado, aquela energia brilhante, aquela fonte profunda que nunca será extinta. “A mulher oculta” está sempre procurando empurrar esse espírito essencial em busca da vida... para cima, para que atravesse o solo cego e consiga nutrir seu eu a céu aberto e o mundo ao seu alcance. Seus períodos de expansão e reinvenção dependem deste ciclo.
Você já amou uma árvore? Se amou uma floresta ou uma árvore, sabe que existem árvores que, apesar de tudo o que tenha dado errado, conseguem enganar a todos – e sobrevivem para contar e ensinar seu admirável retorno à vida. É mais uma vez o estopim dourado.”(...)
Clarissa Pinkola Estés