Dança Tribal Ritualística

 Dança Tribal Ritualística


Desde que conheci a Dança Tribal no ano 2008 em Curitiba, me apaixonei!
Dancei com o Grupo Damballah ao mesmo em que aprofundava meus estudos na Espiritualidade da Deusa. Havia acabado de me formar em Educação Física e encerrado um trabalho de mais de 5 anos como professora de Ballet e Jazz.
Ao retornar à minha cidade natal em 2009 idealizei um projeto para trabalhar com a Dança Sagrada Feminina e a Dança Tribal. (Dança das Deusas e Grupo Esbá)
Esse ano de 2013 completo 18 anos de estudo de Dança, certificada e profissionalizada. (DRT 5792)
Mas meu intuito agora é claro, além de continuar pesquisando, estudando e vivênciando a dança é curar através da DANÇA! Despertar o Feminino Sagrado através da Dança!
Hoje realizo workshops, cursos e aulas regulares na Cirandda da Lua -SP (www.ciranddadalua.com.br) e Curso mensal em Uberlândia MG.
Meu trabalho com a Dança Tribal é diferenciado pois além das técnicas tradicionais do Tribal como ATS e Fusion e condicionamento e consciência corporal, busco trazer o estudo dos arquétipos das Deusas, a Re-conexão do poder feminino, o resgate da Mulher Selvagem, "La loba". Tendo como embasamento teórico Clarissa Pinkola Éstes, Jean Shinoda Bollen, Mirella Faur... entre outros na área biologica, espiritual e psicoterapeutica.

Conheça um pouco sobre a Dança Tribal...




A Dança Tribal surgiu na década de 70 quando a bailarina de Dança Oriental Jamila Salimpour inspirada nas culturas tribais do Oriente e Norte da África trouxe elementos dessas danças folclóricas para a Dança do Ventre. Com o passar do tempo essas fusões foram se inovando, atualmente existem vários grupos e várias fusões com as danças orientais e ocidentais: Tribal ATS (American Style Tribal), Fusion, Burlesque, Cabaret,

A dança Tribal Ritualística busca a conexão e o êxtase com o Sagrado presente em cada um, presente em tudo, nos ciclos da lua, nas águas, na terra, nos animais. Os movimentos tem por base a dança oriental com a fusão das várias danças étnicas como a indiana, africana, cigana entre outras mais modernas como o hip-hop e as danças da cultura brasileira. Buscaremos através de nossos movimentos a expressão de nossa conexão com o “Clã de Mulheres”, a tribo, a aldeia, o direito a um espaço para ritualizar o ventre sagrado, nosso empoderamento e fortalecimento do feminino e a celebração da vida em cada ciclo.

Dancemos as marés, as fases da lua, as Deusas... O profundo feminino, a cumplicidade umas com as outras...









 























"O tribal me ensinou a ser mulher, selvagem segura, desafiadora.A cada aula ele me provava que eu podia e posso tudo o que quero o poder dos meus quadris. Ser forte e decidida, meiga e graciosa eu posso dançar conforme a música e as circunstancias. O tribal liberta!!!!!! Lililililillilil" (Nayara Rodrigues) 



"A dança tribal mudou radicalmente minha vida, minha forma de pensa, minhas ações . Enfim descobri inumeros coisa em mim . Ex capacidade, auto-estima e sensualidade é claro..rs"
(Joelma Lavina)













"Com a dança aprendi que apesar de brincalhona e nada sexy, consigo despertar sentidos e sentimentos em mim e em outras pessoas que não tinha noção de que era capaz.... Aprendi que não sofro parada cardíaca fazendo uma apresentação e que pelo contrário...vou me sentir poderosa e querer sair na rua toooda montada.... Viva a Carol Magri e o grupos @esbá tribal por tudo de bom que fizeram por mim e pelo gostinho de quero mais e saudade que deixaram na minha vida" (Andrea Canabarro)




"A Dança Tribal para mim é uma dança sensual e selvagem, que trabalha com os movimentos sutís de quem a dança, despertantando a leveza, a malimolencia dos quadrís bem como a auto estima feminina. Proporcionando bem estar,prazer,criatividade, descontração além de muita concentração.Enfim,eu a concidero como uma das danças que estimulam a vaidade da mulher, de com o ser "mulher" dançante na sua totalidade essêncial harmonica." (Sânia Braga)


"Pra mim a dança tribal significa uma dança de poder, de saber lidar consigo mesma. Acho que não é uma coincidência o fato da maioria das grandes bailarinas de tribal terem tantas tatuagens, cabelos naturais e diferentes, e poucas plásticas aparentemente. É notável que diferentemente da dança do ventre onde plásticas e próteses de silicone são tão comuns entre as bailarinas, a maioria das do tribal apresenta um visual mais natural. A busca do corpo perfeito parece ter mais a ver com a ideia de que todos os corpos já são perfeitos, só precisam ser respeitados, cuidados e aceitos da maneira que são. Acho que é uma dança que deve ser democratizada a todos que quiserem dançá-la, independentemente de cor, raça, sexo, sexualidade, idade, etc... Na minha vida, ela mudou o jeito de me ver no espelho, de entender minhas limitações físicas (que são muitas infelizmente), de vibrar com cada movimento novo (e que eu considerava impossível de ser feito) que aprendo, de lidar com meu corpo e com minhas inquietações internas." (Nádia Carrasco)





Informações: flordevenus.contato@gmail.com

 

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